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Gomas de proteína Whey Protein ou de Colágeno para Marcas Próprias de Suplementos

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Proteína, wellness e praticidade criam novas oportunidades para marcas voltadas a esportistas, longevidade e usuários de GLP-1

O mercado de proteínas está passando por uma nova transformação. Além dos tradicionais pós e barras proteicas, consumidores buscam formatos mais práticos, convenientes e agradáveis para incorporar proteínas à rotina, abrindo espaço para novas categorias de suplementos em goma. A demanda global por produtos proteicos continua forte, impulsionada especialmente por praticantes de exercícios, consumidores interessados em envelhecimento saudável e usuários de medicamentos GLP-1. A Euromonitor projeta crescimento de 11% na demanda global por proteína entre 2024 e 2029 e identifica justamente esses públicos como importantes oportunidades futuras.

Nesse cenário, a goma de whey protein surge como uma proposta inovadora para marcas que desejam combinar proteína, praticidade e experiência sensorial em um único produto. Para esportistas e praticantes de atividade física, proteínas de alta qualidade são importantes para atender às necessidades nutricionais associadas ao treinamento e recuperação. O whey se destaca por ser uma proteína completa e apresentar maior teor de leucina que algumas outras fontes proteicas. Para usuários de GLP-1, a questão ganha ainda mais relevância comercial, pois a redução do apetite pode alterar o padrão alimentar e aumentar o interesse por produtos ricos em proteína e nutrientes.

Goma de proteína de colágeno: uma proposta complementar para o mercado wellness

A goma de colágeno pode ocupar outro território estratégico dentro do portfólio, especialmente em conceitos relacionados a beleza, wellness, longevidade e rotina de autocuidado. Para marcas próprias, a possibilidade de trabalhar diferentes fontes proteicas e formatos de consumo permite criar portfólios segmentados para públicos como mulheres, consumidores 40+, 50+, esportistas e consumidores interessados em longevidade e bem-estar.

Outro público de grande potencial é o consumidor maduro. O envelhecimento está associado à redução progressiva de massa e força muscular, e entidades como o National Institute on Aging destacam a importância de uma alimentação adequada em proteínas e nutrientes para adultos mais velhos. Isso cria uma oportunidade para marcas desenvolverem produtos de fácil consumo e posicionamento adequado ao público adulto, sempre respeitando a formulação, a dose de proteína por porção e as condições regulatórias aplicáveis.

A goma proteica não deve ser tratada simplesmente como uma versão em goma de um whey tradicional. A concentração de proteína que pode ser incorporada, a textura, o sabor, a estabilidade e o tamanho da porção precisam ser tecnicamente avaliados. Por isso, o projeto deve começar pela definição do objetivo nutricional e comercial, seguindo para formulação, testes, amostras, enquadramento regulatório e viabilidade industrial.

No Brasil, somente constituintes autorizados pela Anvisa podem ser utilizados em suplementos, e limites de uso, grupos populacionais, alegações e requisitos de rotulagem precisam ser observados no desenvolvimento. A comunicação comercial também deve respeitar as regras sanitárias e evitar promessas terapêuticas ou alegações não autorizadas.